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MSJ – Indicações visando melhorias na sede, zona rural e litoral marcam sessão ordinária

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A Câmara Municipal de Mata de São João realizou a primeira Sessão Ordinária do mês de junho no final da tarde desta terça-feira (02/06). Na leitura do expediente estavam cinco indicações, sendo três do presidente Agnaldo de Lulu, que solicitou:

  • Requalificação da quadra do Condomínio Vila de Sauipe, em Sauipe, incluindo a substituição de lâmpadas e refletores;
  • Ampliação e/ou definição de novas zonas de preservação ambiental na Zona Rural do município;
  • Adoção de medidas que tornem toda área de Mata Atlântica do litoral, especialmente Praia do Forte, em Área de Preservação Ambiental Permanente.

Já as outras duas indicações foram de autoria do vereador Beto do Amado Bahia, sendo elas:

  • Pavimentação do Alto do Cajueiro;
  • Reforma da Quadra Poliesportiva da Rua 2 de Julho, em Amado Bahia.

No grande expediente da sessão, os vereadores abordaram diversos assuntos: obras inacabadas, obras sem licitação, arrecadação do município, distribuição de cestas básicas, medidas de convivência diante da pandemia, violência contra a mulher, atitudes por parte do prefeito e atual situação da cidade.

Pastor Sandro, elencou dados que levaram à reflexão sobre números e dados positivos que, no passado, elevaram o nome de Mata de São João a nível municipal e estadual. Títulos e condições privilegiadas que a cidade já teve e por razões diversas acabou perdendo. “Mata de São João avançou, mas é preciso fazer o contraponto. Mata de São João já teve escola técnica e não tem mais, Mata de São João já foi a maior bacia leiteira da região e não é mais, já teve cinema e hoje não tem mais, Mata de São João já teve fábrica de laticínios, assim como a maior cerâmica de toda a região e hoje não tem mais…”, lamentou o vereador.

Ao fazer uso da tribuna, o presidente Agnaldo de Lulu fez crítica à falta de coleta de lixo na cidade e um alerta à população: “A coleta de lixo, sempre foi um assunto de corrupção. Em Mata de São João vivemos nos últimos anos em uma cidade imunda, tudo propositadamente para que fosse feita uma contratação milionária de uma empresa que vocês devem pesquisar, a Torres Engenharia. Pesquisem a vida pregressa dessa empresa que vocês verão. Essa é a empresa que o município contratou por mais de R$ 7 milhões para a coleta de lixo. É uma contratação criminosa nos dias de hoje”, alertou ele.

Fonte:Câmara MMSJ

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