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Jamessom da Silva escreve – Cortina de Fumaça

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Estrategicamente na guerra assim como na politica alguns artifícios são criados para despistar e ocultar os reais interesses dos inimigos, um líder só expõe suas intenções quando já existe um plano audacioso em curso, e quando aparentemente recua e silencia acredite, está executando.

Límpido é o desejo de renovação da sociedade quando ao comportamento ético e moral de suas lideranças, as instituições brasileiras em especial o judiciário que em sintonia a esse desejo pende a responder está exigência, outrora UM Illuminado era aguardado, mas a nova ordem estabelecida no momento atual pelo penduro da consciência social define uma interversão coletiva. Os abutres naturalmente tentam a se aproveitar desse momento, sempre a espreita aguardando a carnificina, são os que mantêm sempre as coisas como estão, pertencem à mesma corda de caranguejo, utilizam os mesmo métodos e ao chegar ao poder executam as mesmas praticas nocivas. No entanto esse é o momento propicio para uma renovação política, o que acontece no país reflete no momento atual dos municípios, e quando as instituições republicanas fortalecem a democracia, tal como agora, elas contribuem para o surgimento dos verdadeiros lideres das causas coletivas.

Uma espessa cortina de fumaça seguira até os resultados das próximas eleições, os investimentos financeiros dificilmente resultaram em vitória, apostando no cenário de indefinição, desgaste e atento ao desejo popular de renovação aqueles que se apresentarem fora da orbita tradicional, dos atuais mandatários, poderão ter um melhor desempenho nas urnas. Avaliando os dados colhidos nas pesquisas feitas em todo país nos últimos dois anos essa logica é reforçada, é perceptível à tendência do eleitorado por mudança, segundo o instituto Locomotiva/Ideia Big Data, aponta que 96% da população não se sentem representadas pelos políticos atuais, outro dado que reforça essa tendência é a pesquisa realizada pelo Instituto Paraná em novembro de 2017, a pedido da revista EXAME, na qual os números colhidos mostram que cerca de 72% do eleitorado  pretende votar em um candidato estreante. Avaliando também as redes sociais, e as diversas enquetes nessas mídias, é perceptível além do desejo de renovação, a anulação do voto, tamanha a falta de representatividade.

A relação entre o eleitor e o politico claramente mudou, o silêncio virou barulho, mas ainda sim não é entendido, ALGO POSITIVO. Deixem que durmam, aproveitem essa oportunidade porque esse não é o sono dos justos.

Jamessom da Silva, Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduando em Gestão Pública Municipal-UFBA.

 

 

Artigo publicado em: 25/02/2018

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